A Bodega Dom usa gastronomia como estratégia de relacionamento corporativo.
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Criamos experiências gastronômicas corporativas pensadas para fortalecer relações entre marcas e pessoas — de presentes corporativos artesanais a eventos de relacionamento, ativações e turismo gastronômico corporativo.
Presentes corporativos artesanais, eventos gastronômicos, degustações guiadas e roteiros de turismo corporativo não são serviços isolados — são formatos diferentes de uma mesma intenção: gerar acolhimento, presença e memória entre marcas e pessoas.
Atuamos ao longo da jornada de relacionamento corporativo, desenhando experiências gastronômicas que fazem sentido para cada contexto:
- Presentes corporativos artesanais, quando a relação começa ou se fortalece
- Eventos gastronômicos e ativações, quando a marca se manifesta ao vivo
- Turismo gastronômico corporativo e experiências imersivas, quando a relação vai além do evento

Trabalhamos com produtos artesanais brasileiros, pequenos produtores de vinho, cachaça, queijo e café especial, e curadoria cuidadosa — mas o que realmente entregamos para as empresas que nos contratam é conexão.
Cada presente corporativo, cada evento gastronômico, cada roteiro de turismo é pensado para comunicar valores, criar conforto e transformar momentos simples em experiências que as pessoas lembram.
Porque encantar clientes, parceiros e equipes com gastronomia não é detalhe. É posicionamento.

Eu sou o Tiago, a pessoa por trás da Bodega Dom — e também a razão pela qual a gastronomia nunca foi, pra mim, apenas comida.
Sempre enxerguei a mesa como um espaço de relação: onde conversas acontecem, vínculos se constroem e marcas ganham presença real na vida das pessoas. A Bodega Dom nasceu desse olhar — da vontade de transformar presentes corporativos, eventos gastronômicos, ativações e roteiros de turismo em experiências que comunicam cuidado e intenção.
Meu trabalho está menos ligado a cardápios e mais ligado a contextos. Escuto, observo e desenho experiências gastronômicas alinhadas à jornada de relacionamento de cada marca. Porque acredito que comida bem pensada é linguagem, não acessório.
No fim, o que me move é simples:
criar encontros que façam sentido — e permaneçam.
Pronto para usar a gastronomia artesanal brasileira como estratégia de relacionamento corporativo?


